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O fim registrado em cartório



"Não facilite com a palavra amor.

Não a jogue no espaço, bolha de sabão."

Carlos Drummond de Andrade




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II - Primeira quebra

Na sala de estar Ele, da poltrona: Como podemos ajudar?  - com carinho, tendo paciência... - Só quero lembrar que temos regras e isso- nada te dá o direito de desrespeitar-nos A direita, no sofá, ela lança um olhar de desaprovação-inconformidade. Ela, logo ela... magoada, o centro. Ela.

Sobre mim

O tudo se embaralha e se desdobra em muitas partes: resoluções, medos, impressões, previsões. O tempo todo. Durmo até a hora do almoço. Acordei querendo realizar o tudo e lá vem a gravidade. Estou o avesso do que me projetava. Desejo fazer, resolver, seduzir, conquistar ir pra um lugar meu, mas que me espera para ser construído.  Desespero, me desespero tanto! Me apavora não fazer... Que me socorram, me carreguem, me mimem. Existe algo que chora, algo que sufoca, algo que implora...  algo proibitóriamente pensável:  ser resgatada da torre. Não sei nem mais quem estou... Só sei que dói. Que dói muito.