Sentimos fragmentos, ao mesmo tempo em que giram caleidoscopicamente, enausenando o corpo, afugentando a mente que sai em busca de torpor. E como saber nossos desejos se vemos por partes? O riscado do caminho não mais se enxerga para trás ou para frente Uma montanha-russa, nos alerta, gela a barriga É bom andar de montanha-russa de vez em quando. O perigo está na inércia. Saber descer antes que corpo já não possa mais. E a fadiga seja muita. Como não se perder entre os fragmentos Frágeis.
Toda exteriorização é metonímica