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Mostrando postagens de janeiro, 2025
Num turbilhão interno. Constantemente em movimento, enjoo Desejo parar... há a inércia. Todo a revolverse Escrito em outubro de 2009
Tanto por dizer que só mesmo o silencio pode abrangê-lo Afinal o silêncio, mais que ausência, é presença É nele que me expresso É ele que me inquieta, Como me inquieta tudo que é denso Tudo que é presença Tudo que é magia Tudo que é você Então respondo e pergunto: _"Pra que doer?" Escrito em 2009